Credenciamento de docentes

Norma geral da UFES (Credenciamento e Recredenciamento de Docentes):Os docentes dos Programas de Pós-graduação devem produzir trabalhos científicos e tecnológicos de valor comprovado de acordo com os critérios estabelecidos pelos órgãos internos e externos de acompanhamento e avaliação da Pós-graduação.
Os docentes devem estar cadastrados na Plataforma Lattes do CNPq e devem manter seu Currículo Lattes atualizado, informando sua produção científica e tecnológica no mínimo duas vezes por ano (até 30 de junho e até 31 de dezembro).
Os docentes de Programas de Pós-graduação são classificados em duas categorias: Professores Permanentes e Professores Colaboradores.
Após a criação do Programa de Pós-graduação, a inclusão, o desligamento e a categorização dos professores que fazem parte do corpo docente deverão ser aprovadas pelo Colegiado Acadêmico respectivo.
Os critérios de permanência e categorização dos docentes deverão ser estabelecidos no Regimento Interno de cada Programa, levando em consideração as diretrizes de sua área de avaliação da CAPES.
A categorização dos docentes se dará anualmente.
O ato de solicitação de adesão de um docente a um Programa de Pós-graduação será formalizado pelo preenchimento do Termo de Concordância para “Participação em Curso de Pós-graduação” previsto nos Anexos I e II do Regulamento Geral de Pós-Graduação.

Norma do Programa para o Credenciamento e Recredenciamento de Docentes:

Resolução nº001/2018

Dispõe sobre os critérios para credenciamento e recredenciamento de docentes, em consonância com o Regimento Geral da Universidade Federal do Espírito Santo, com o Regulamento Geral da Pós-graduação da Universidade Federal do Espírito Santo (Resolução nº 11/2010), com o Regulamento Interno do Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais e com as Portaria CAPES n°1 e n°2, de 4 de janeiro de 2012. Revoga a Resolução nº 001/2013 do Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais da UFES.

Art. 1°. O credenciamento de novos orientadores do Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais (PPGCFL) poderá ser feito a qualquer momento, a convite do colegiado acadêmico.
§ 1°. Do candidato a docente orientador será exigido:
a) o título de Doutor, com obtenção do título a pelo menos três (3) anos;
b) Orientação concluída de dois projetos de iniciação científica;
c) Orientação de discentes em dois trabalhos de conclusão de curso;
d) número médio anual de 1,4 artigos equivalentes A1 (Qualis Ciências Agrárias
I) publicados nos três anos imediatamente anteriores ao ano de convite de credenciamento;
e) número médio de 1,0 artigos A1/A2/B1 (Qualis Ciências Agrárias I) publicados nos três anos imediatamente anteriores ao ano de convite de credenciamento.
f) Não estar atuando como professor permanente em outro Programa de PósGraduação “Stricto Sensu”.
§ 2°. O credenciamento como orientador de Doutorado só será feito depois que o professor tiver orientado integralmente pelo menos duas (2) dissertações de mestrado defendida e aprovada em Programa de Pós-graduação “Stricto Sensu” recomendado pela CAPES e atender as alíneas “d” e “e” do parágrafo 1º.
§ 3°. O primeiro credenciamento de um orientador será válido por três anos.

Art. 2°. O recredenciamento dos orientadores do PPGCFL será feito com periodicidade anual. O recredenciamento será feito no mês de março do ano subsequente ao ano avaliado.
§ 1°. Para o recredenciamento dos orientadores é necessário que o docente atenda os seguintes critérios:
a) número médio anual de 1,4 artigos equivalentes A1 (Qualis Ciências Agrárias I) publicados, nos três anos imediatamente anteriores;
b) número de 5,0 artigos A1/A2/B1 (Qualis Ciências Agrárias I) publicados nos três anos imediatamente anteriores.
§ 2°. Além desses critérios, o docente que não ministrar disciplina no PPGCFL por três (3) semestres letivos consecutivos será descredenciado.
§ 3°. Os docentes que não satisfizerem os requisitos listados no parágrafo 1° e 2º deste artigo serão descredenciados do Programa. Aqueles que os satisfizerem serão recredenciados.
§ 4°. O docente descredenciado poderá dar continuidade à orientação dos seus orientados até o último discente defender sua dissertação ou tese.
§ 5°. O docente descredenciado poderá ser recredenciado, a convite do colegiado do PPGCFL, à partir de dois anos do descredenciamento, se atender os critérios estabelecidos no Artigo 2º.

Art. 3º. As avaliações de produção científica para credenciamento e recredenciamento serão realizadas a partir dos valores de equivalência em artigos Qualis A1 (Qualis Ciências Agrárias I) apresentadas na Tabela a seguir.
Qualis Equivalência
A1 1,00
A2 0,85
B1 0,70
B2 0,55
B3 0,40
B4 0,25
B5 0,10

Art. 4º. Os casos omissos serão julgados pelo Colegiado PPGCFL.

Art. 5°. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Jerônimo Monteiro/ES, 18 de setembro de 2018.

Rodrigo Sobreira Alexandre
Coordenador do PPGCFL

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