Financiamentos e parcerias

Primeiramente é importante destacar todo o apoio que temos recebido de agências e órgãos estaduais (como FAPES e SECT) e federais (como CAPES, CNPq, FINEP, MEC e MCTI), bem como de empresas (como Fibria e Vale).

PROAP/CAPES

O PROAP / CAPES (Programa de Apoio à Pós-Graduação) tem como objetivo financiar as atividades dos cursos de pós-graduação, proporcionando melhores condições para a formação de recursos humanos. Neste caso, docentes e estudantes vinculados a Programas de Pós-Graduação devem solicitar diretamente ao seu curso de Pós-Graduação apoio para a participação em eventos e outras demandas.

Informações adicionais: http://www.prppg.ufes.br/proap

Pró-Equipamentos/CAPES
Objetivo

Apoiar propostas que visem atender a necessidade de equipamentos destinados à melhoria da estrutura de pesquisa científica e tecnológica dos Programas de Pós-Graduação, em todas as áreas do conhecimento, nas Instituições Públicas de Ensino Superior.

Serão priorizados investimentos em equipamentos de uso compartilhado no desenvolvimento de pesquisas na instituição proponente e em instituições parceiras.

Instituições Elegíveis

Instituições Públicas de Ensino Superior que possuem Programas de Pós-Graduação recomendados pela CAPES. A proposta deverá ser apresentada pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação ou órgão equivalente da instituição, que será considerada a proponente no âmbito do presente Edital.

Itens Financiáveis

  • Equipamentos destinados ao uso compartilhado na estrutura de pesquisa científica e tecnológica dos programas de pós-graduação.

  • Os equipamentos solicitados devem estar diretamente relacionados ao objetivo e às linhas de pesquisa dos programas de pós-graduação da instituição.

  • Poderão ser solicitados até 4 equipamentos por subprojeto, ficando livre a quantidade de unidades de cada equipamento, desde que o valor total da proposta não ultrapasse a faixa de apoio estabelecida no item 2.2.

Características das Propostas

Cada Instituição Pública de Ensino Superior participante elaborará uma proposta única composta de subprojetos para atendimento aos seus programas de pós-graduação.

Itens Financiáveis: Equipamentos de pequeno e médio porte destinados exclusivamente ao uso compartilhado em laboratórios de pesquisa científica e tecnológica vinculados aos programas de pós-graduação. A critério da instituição, a proposta única poderá conter equipamento de maior porte destinado ao uso compartilhado por seus programas de pós-graduação. A critério da instituição, a proposta única poderá conter equipamento de maior porte destinado ao uso compartilhado por seus programas de pós-graduação.

O valor global máximo solicitado em cada proposta deverá ter como referência o número total de programas de pós-graduação da Instituição Executora.

Calendário anual

A tabela abaixo apresenta as datas aproximadas para cada etapa do processo de elaboração da proposta institucional e submissão à CAPES. É importante notar que tais datas servem apenas como diretrizes aproximadas para um cronograma anual, visto que as datas efetivas de realização de cada etapa dependem das datas de publicação do edital pelo financiador.

Lançamento da Chamada Pública: 1ª quinzena de maio.

Apresentação e avaliação de subprojetos na UFES: 2ª quinzena de maio.

Data final para envio eletrônico da proposta: 1ª quinzena de junho.

Divulgação do Resultado: a partir de julho.

Para maiores esclarecimentos, entrar em contato com a PRPPG, setor de projetos institucionais, servidor Marcos W P Sanches de Moraes, e-mail: marcos.w.moraes [at] ufes.br (link sends e-mail) ou pelo telefone: (27) 3145 5313.

http://www.capes.gov.br/bolsas/programas-especiais/pro-equipamentos

CT-INFRA/FINEP
riado para viabilizar a modernização e ampliação da infraestrutura e dos serviços de apoio à pesquisa desenvolvida em instituições públicas de ensino superior e de pesquisas brasileiras, por meio de criação e reforma de laboratórios e compra de equipamentos, por exemplo, entre outras ações.

Fonte de Financiamento: 20% dos recursos destinados a cada Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

Objetivo

Selecionar propostas para apoio financeiro à execução de projetos institucionais de implantação, modernização e recuperação de infra-estrutura física de pesquisa nas Instituições Públicas de Ensino Superior e/ou de Pesquisa.

Público-alvo

As instituições passíveis de utilização de recursos do Fundo de Infra-Estrutura - CT-INFRA são as seguintes:

· Instituições públicas de ensino superior e pesquisa e instituições públicas de pesquisa, que poderão ser representadas por Fundações de Apoio criadas para tal fim ou por entidades sem fins lucrativos que tenham por objetivo (regimental ou estatutariamente) a pesquisa, o ensino ou o desenvolvimento institucional, científico e tecnológico;

· Instituições qualificadas como Organizações Sociais cujas atividades sejam dirigidas à pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico (de acordo com a Lei nº 9.637, de 15 de maio de 1998) e que tenham firmado Contrato de Gestão com o Ministério da Ciência e Tecnologia ou com o Ministério da Educação.

Ações apoiáveis

A Lei nº 10.197 estabelece que na utilização dos recursos do Fundo de Infra-Estrutura seja observada a desnecessidade de vinculação entre os projetos financiados e o setor de origem dos recursos. Esse fato dá ampla liberdade para a organização do plano de atuação do CT-INFRA, no sentido de buscar uma estratégia que atenda às necessidades de implantação, recuperação e modernização da infra-estrutura de pesquisa das instituições públicas de ensino superior e de pesquisa do País como um todo, mas que seja balizada pela identificação de focos estratégicos em C&T para aplicação dos recursos, permitindo ainda apoiar projetos prioritários em setores importantes da economia nacional não cobertos pelos fundos existentes.

Modalidades de ação

· Sistêmica - compreendendo o apoio a investimentos na otimização de infra-estrutura de uso difuso e universal que possa ser compartilhada por várias instituições, como por exemplo redes de informática (acopladas às ações da RNP), acervos bibliográficos, bibliotecas digitais e biotérios compartilhados;

· Institucional - voltada para o apoio a planos de desenvolvimento institucional da infra-estrutura de pesquisa, que visem proporcionar condições para a expansão e consolidação da pesquisa científica e tecnológica nas instituições, e que associem os investimentos à melhoria na gestão da infra-estrutura e à definição de estratégias institucionais;

· Fomento Qualificado - compreendendo o apoio a investimentos em infra-estrutura de pesquisa para uso comum de instituições nacionais em áreas temáticas relevantes, como por exemplo Oceanografia, Biologia Molecular, Biodiversidade, entre outras, aprovados por mecanismos concorrenciais;

· Projetos Inovadores - referente ao apoio a projetos de infra-estrutura associados a novas modalidades de atuação em C&T, como por exemplo a constituição de redes acadêmicas de pesquisa.

Características das Propostas

Cada Instituição Executora poderá participar em apenas uma proposta, que deverá ser apresentada à FINEP em formulário próprio, encaminhado pela Administração Superior da Instituição.

Deverão ser indicadas as instâncias responsáveis e os procedimentos adotados na formulação da proposta institucional. A proposta deverá conter um diagnóstico Institucional que identifique as vocações e competências da Instituição Executora, sua disponibilidade de recursos humanos e materiais, suas atividades de pós-graduação e/ou de pesquisa, o estágio atual do desenvolvimento da pesquisa e sua inserção no contexto de C&T, em consonância com os desafios da sociedade brasileira.

Com base neste diagnóstico deverão ser indicados os objetivos estratégicos definidos pela Instituição Executora para suas atividades de C&T, identificando claramente as áreas de pesquisa que estão sendo priorizadas para receber os investimentos em infra-estrutura solicitados e descrevendo os resultados e impactos que tais investimentos deverão acarretar para o desenvolvimento da pesquisa e da pós-graduação nessas áreas.

O valor global máximo solicitado ao FNDCT em cada proposta deverá ter como referência o número total de doutores pertencentes ao quadro de pessoal permanente da Instituição Executora.

Calendário Anual

A tabela abaixo apresenta as datas aproximadas para cada etapa do processo de elaboração da proposta institucional e submissão à FINEP. É importante notar que tais datas servem apenas como diretrizes aproximadas para um cronograma anual, visto que as datas efetivas de realização de cada etapa dependem das datas de publicação do edital pelo financiador.

Lançamento da Chamada Pública: 2ª quinzena de dezembro

Apresentação e avaliação de subprojetos na UFES: 2ª quinzena de fevereiro

Data final para envio eletrônico da proposta: 2ª quinzena de março

Divulgação do Resultado: a partir de julho.

Para maiores esclarecimentos, entrar em contato com a PRPPG, setor de projetos institucionais, servidor Marcos Sanches de Moraes.

E-mail: marcos.w.moraes [at] ufes.br/Telefone: (27) 3145 5313.

Ou ainda pelo site da FINEP

CNPq

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), agência do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), tem como principais atribuições fomentar a pesquisa científica e tecnológica e incentivar a formação de pesquisadores brasileiros.

Criado em 1951, desempenha papel primordial na formulação e condução das políticas de ciência, tecnologia e inovação. Sua atuação contribui para o desenvolvimento nacional e o reconhecimento das instituições de pesquisa e pesquisadores brasileiros pela comunidade científica internacional. Para saber mais consulte o Organograma e o Regimento Interno da Instituição.

Missão
Fomentar a Ciência, Tecnologia e Inovação e atuar na formulação de suas políticas, contribuindo para o avanço das fronteiras do conhecimento, o desenvolvimento sustentável e a soberania nacional.

Visão
Ser uma instituição de reconhecida excelência na promoção da Ciência, da Tecnologia e da Inovação como elementos centrais do pleno desenvolvimento da nação brasileira.

Informações adicionais: http://cnpq.br/

FAPES

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia, Inovação, Educação Profissional e Trabalho (SECTTI) e a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (FAPES) foram criadas no ano de 2004 para a implementação do Sistema Estadual de Ciência e Tecnologia (SISECT), formulado pelo Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia (CONCITEC).

Criada pela Lei Complementar nº 290, de 23 de junho de 2004 e reorganizada pela Lei Complementar nº 490, de 22 de julho de 2009, quando mudou sua denominação de "Fundação de Apoio à Pesquisa do Espírito Santo" para sua atual “Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo”, a FAPES reformulou sua estrutura organizacional.

A FAPES é uma fundação vinculada à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia, Inovação, Educação Profissional e Trabalho (SECTTI) que cumpre as diretrizes da política estadual de C,T&I tendo como principais atribuições: a gestão do Fundo Estadual de Ciência e Tecnologia (FUNCITEC) e a captação e operacionalização de recursos junto a entidades públicas e privadas.

Sua missão é fomentar o desenvolvimento científico e tecnológico do Espírito Santo, com concessão de recursos financeiros para projetos, bolsas e auxílios visando o apoio à pesquisa, desenvolvimento e inovação e à formação de recursos humanos.

Nos primeiros anos de execução, a FAPES foi normatizada pela Resolução 010/2005 sendo, posteriormente, substituída pela Resolução 013/2009 de 13 de abril de 2009. Tal Resolução estabeleceu as normas e condições para aplicação dos recursos geridos pela FAPES especificando as modalidades de apoio financeiro: projetos, bolsas para formação de recursos humanos e auxílios à pesquisa. Atualmente as normas e condições de aplicação dos recursos financeiros estão sendo amplamente revisados, com a publicação de várias Resoluções específicas para cada tipo de fomento.

A FAPES é gerida pela Diretoria Executiva, composta por três diretores: diretor técnico-científico, diretor administrativo-financeiro e diretor presidente. Conta ainda com um Conselho Científico-administrativo (CCAF), formado por dez membros representando as instituições de ensino, pesquisa e inovação, o setor produtivo e o Governo do Estado.

O Conselho Científico Administrativo da FAPES (CCAF) tem como principal competência aprovar os procedimentos operacionais que deverão ser adotados pela Fundação relativos à aplicação dos recursos por ela administrados, obedecendo as diretrizes emanadas do CONCITEC.

A FAPES administra recursos financeiros vinculados ao Fundo Estadual de Ciência e Tecnologia (FUNCITEC), fixado em 0,5% da Receita Líquida Estadual; recursos do tesouro estadual nas contrapartidas de convênios e cooperações; e recursos provenientes de parcerias com órgãos públicos municipais, estaduais, federais e entidades privadas.

As modalidades operacionalizadas por meio de edital são definidas pelo CCAF, conforme o plano de aplicação aprovado para cada exercício, respeitando as exigências estabelecidas nos termos específicos firmados com órgãos concedentes de recursos.

Todas as ações da FAPES estão regulamentadas por normas específicas, com concessão de recursos após seleção de propostas em atendimento a chamadas públicas, baseadas em regras claras de inscrição, seleção e distribuição dos recursos, visando atender aos princípios da transparência e igualdade de concorrência.

Todas as propostas, após a avaliação de consultores ad hoc e/ou julgamento de Câmara de Assessoramento, são apreciados pela Diretoria Executiva da FAPES, composta pelo seu Diretor Presidente, Diretor Técnico Cientifico e Diretor Administrativo Financeiro, que têm a competência de aprovar as solicitações de apoio financeiro.

A FAPES vem desempenhando um papel transformador para o avanço do desenvolvimento de Ciência e Inovação e para a estruturação das instituições de ensino e pesquisa públicas e privadas localizadas no Espírito Santo.

Informações adicionais: https://fapes.es.gov.br/

DEMAIS FINANCIAMENTOS E PARCERIAS
Universidade Federal de Viçosa (UFV): um docente do PPGCFL é professor da UFV (Luciano José Minette). Vários professores do PPGCFL desenvolvem atividades de pesquisa e co-orientação de mestrado e doutorado junto à UFV. O Professor Roberto Avelino Cecílio compõe o quadro de orientadores do Programa de Meteorologia Agrícola da UFV desde 2013. Em 2012 foi firmado Protocolo de Intenções celebrado entre UFES e UFV (processo 23068.009338/2011-17), publicado na página 54 do Diário Oficial da União em 29/08/2012, objetivando o estabelecimento de cooperação entre as partes visando, dentre outras ações, o estabelecimento de pesquisas e a utilização conjunta de recursos humanos. Vários dos discentes do PPGCFL cursam disciplinas na UFV.

  • Universidade Federal do Paraná (UFPR): desde 2010 existe termo de cooperação entre a UFES e a UFPR, objetivando colaboração mútua para a formação de pessoal, projetos de pesquisa e intercâmbios de estudantes de graduação e pós-graduação. Vários dos discentes do PPGCFL cursam disciplinas na UFPR.

  • Universidade Estadual do Cento-Oeste do Paraná (UNICENTRO): está em preparação termo de cooperação entre a UFES e a UFPR, objetivando colaboração mútua para a formação de pessoal, projetos de pesquisa e intercâmbios de estudantes de graduação e pós-graduação.

  • Intercâmbio importante ente o laboratório de Biodeterioração e Proteção da Madeira do PPGCFL, onde são desenvolvidos ensaios com cupins subterrâneos e com fungos apodrecedores em apoio a teses de alunos da USP/Piracicaba e da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ. Esta parceria inclusive tem propiciado que discentes do PPGCFL cursem disciplinas nos referidos programas de pós-graduação.

  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (IFES): parceira na implementação da primeira Floresta Piloto do Espírito Santo, projeto do Governo Estadual, financiado pela VALE S.A., contemplando uma área de 54 hectares em modelos experimentais e demonstrativos de florestas de produção e preservação.

  • Parcerias com órgãos públicos não necessariamente acadêmicos, como INCAPER – Fazenda Bananal do Norte, IDAF, IEMA, Parque Nacional do Caparaó, Floresta Nacional de Pacotuba, entre outros. Neste caso, essas parcerias são úteis na medida em que orienta o PPGCFL a resolver problemas por meio de pesquisa de interesse da sociedade local ao mesmo tempo em que propicia treinamento aos técnicos das referidas instituições.

  • Parcerias de fundamental importância para o crescimento do PPGCFL com empresas do setor florestal, podendo-se citar: Fibria Celulose S.A., Cenibra Celulose S.A., Suzano, Vale, Plantar, Anglo Americana Comercio de Ferro e Aço Ltda, entre outras. Dessas parcerias, cabe destacar a parceria já duradoura com a Fibria (antiga Aracruz Celulose), que já resultou em três grandes convênios de pesquisa, sendo o primeiro, assinado em 2004, o qual apoiou três dissertações de mestrado, incluindo provimento de bolsa; o segundo assinado em 2007, financiando sete subprojetos e oito dissertações; e o terceiro, assinado em 2011, com previsão de término para 2016, apoia 11 subprojetos com expectativa de produzir 15 dissertações. Além disso, o PPGCFL recebe apoio da Fibria, desde 2011, no provimento de bolsas de mestrado e doutorado, tendo já sido implementadas 328 bolsas de estudo para 48 discentes de mestrado e oito bolsas de estudo para três discentes de doutorado. Atualmente, 11 discentes de mestrado usufruem de bolsas financiadas pela empresa. Outro exemplo muito importante de parceria do PPGCFL com uma empresa acontece em convênio realizado com a Vale, que em meados de 2008, uma equipe de professores do Departamento de Ciências Florestais e da Madeira (DCFM) iniciou contato com técnicos da empresa Vale, visando o apoio a projetos de pesquisa científica na área de silvicultura tropical. Em junho de 2010, foi firmado convênio com duração de cinco anos entre a UFES e a Vale tendo como objeto melhorar a infraestrutura da UFES, em especial laboratórios de pesquisa do DCFM, bem como apoiar financeiramente parte dos gastos de custeio dos projetos de pesquisa. O apoio da empresa foi dividido em duas partes: a) a construção e entrega de prédio com laboratórios de pesquisa no valor de R$ 3.500.000,00 e b) o aporte financeiro de R$ 1.000.000,00 para despesas de custeio dos projetos. O prédio de laboratório, com área aproximada de 1.700 m2, foi construído pela empresa nas dependências do DCFM em Jerônimo Monteiro e a inauguração aconteceu em 2013. O prédio é constituído por oito laboratórios de pesquisa (Manejo Florestal, Incêndios Florestais, Geoprocessamento e Recursos Hídricos, Meteorologia Florestal, Biomassa, Ecofisiologia Florestal, Dendrocronologia e Computação), três salas de aula, salas de apoio administrativo e reunião, dependências de apoio e gabinetes de professores. Os laboratórios têm sido intensamente utilizados, sendo de grande importância para o desenvolvimento dos projetos do convênio, bem como para as demais atividades do Programa de Pós-graduação em Ciências Florestais. Destaca-se ainda, que com o referido recurso de custeio foi possível apoiar, parcialmente, 23 trabalhos de mestrado e doutorado, englobando pagamento de bolsas de estudo, aquisição de material de consumo, reparo em equipamentos de laboratório, participação em eventos científicos e reuniões técnicas entre outros. Até o momento, foram concluídas e defendidos dezoito trabalhos de tese e outros cinco estão em andamento, com término previsto nos próximos dois anos. Além disso, também está em andamento trabalho de pesquisa de bolsista de pós-doutorado vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais. Outra parceria importante acontece com a Suzano. Esta parceria iniciou-se em dezembro de 2012 e encontra-se em andamento com o desenvolvimento de trabalhos de pesquisa na área de tecnologia de produtos florestais com foco na qualidade da madeira. Desde do início da parceria, já foram finalizadas 3 dissertações pelo PPCGFL, sendo uma em 2015 e duas em fevereiro de 2016. Além disso, duas outras dissertações estão em andamento. Ao total, quatro estudantes de iniciação científica, tanto da Engenharia Florestal quanto da Engenharia Industrial Madeireira desenvolveram suas pesquisas com amostras referentes a esta parceria além de uma monografia defendida em dezembro de 2015. O recurso financeiro envolvido é responsável pela manutenção de grande parte dos equipamentos dos laboratórios envolvidos, na compra de materiais de consumo empregados nos projetos de pesquisa, e, ainda, na compra de pequenos materiais permanentes, tais como: capela, exaustor, bateria de extração para análise química, computadores, cápsula de carbonização, vidrarias e etc. Exemplos como os apresentados ressaltam a importância desse tipo de parceria e orienta os docentes do programa a busca-las para o constante crescimento do PPGCFL.

Transparência Pública
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